Saiba quais os casos que possibilitam a Perícia Documental no INSS!

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulga a cada dia mais detalhes do processo de perícia documental. Portanto, esta é uma análise do documento da trabalhadora para saber se ela tem direito ao auxílio-invalidez. Este é o antigo auxílio para doenças. Segundo o INSS, nem todos podem recorrer a esse procedimento. Somente em certas circunstâncias os trabalhadores podem solicitar tal ajuda. A situação mais comum é que a cidade onde mora o trabalhador não ofereça perícia presencial. Como todos sabemos, devido à nova pandemia de coronavírus, alguns órgãos do INSS não reabriram desde o seu fechamento. Nesse caso, os trabalhadores não poderão realizar treinamentos profissionais presenciais. Portanto, essas pessoas podem solicitar consulta de documentos.

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Em última análise, as pessoas de cidades do interior e áreas metropolitanas têm uma grande oportunidade de obter conhecimento remoto. É internamente que algumas instituições ainda não reabriram. Nas áreas metropolitanas, alguns agentes estão se registrando em filas por mais de 60 dias.

De acordo com o próprio INSS, o cidadão só vai determinar se pode fazer a revisão documental no momento do cadastro. Portanto, quando o trabalhador passar pelo processo de pedido no Meu INSS ou nº 135, ele saberá se fará verificação presencial ou documental. Para tanto, o instituto analisará os dados do CEP do beneficiário. Por esta razão, eles saberão se o endereço da pessoa está registrado para a possibilidade de inspeção presencial. Isso ocorre porque a situação dos institutos de pesquisa varia de um lugar para outro.

Portanto, é importante manter os dados do INSS em constante atualização. Caso o cidadão tenha se mudado, é necessário atualizar essa informação nos canais oficiais do instituto. Só assim eles podem entender que o trabalhador está na nova posição. O INSS diz que quem quiser fazer uma revisão da literatura deve enviar o máximo de documentos possível aos especialistas do instituto. Vale a pena citar, por exemplo, atestados médicos, documentos complementares e até declarações de responsabilidade. Com base nesses dados, o perito decidirá se o trabalhador tem direito ao auxílio-doença. Nesse caso, o trabalhador passa a receber o subsídio. Caso contrário, o especialista pode ligar para o beneficiário e pedir-lhe que forneça novos conhecimentos na instituição Nesse caso, os trabalhadores precisarão se dirigir a agências intermediárias para capacitação profissional presencial.

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